domingo, 15 de junho de 2008

No dentista =)

Quarta-feira 11/06/2008

Após tomar um banho de 1 hora, eu definitivamente já estava atrasado para o dentista. Como eu já tinha tomado café da manhã, bastava escolher uma blusa e escovar os dentes. Sou viciado em blusas de botão, escolhi uma branca com listras vermelhas e azuis, muito bonita. Escovei os dentes com a máxima rapidez que pude, odiando passar fio dental como sempre (com aparelho é muito pior, mas tudo bem, investimento na carreira a longo prazo, hehehe).
Sai apressado, cheguei na hora certa e ainda tive que esperar porque os horários anteriores ao meu estavam atrasados.
Finalmente, na hora que deitei na cadeira do dentista, percebi que tinha deixado cair pasta de dente na blusa: havia uma mancha grande de pasta dental espalhada e eu nem tinha percebido. Ri sozinho na hora, não havia nada a fazer mesmo. Pelo menos, o dentista vai saber que estou escovando os dentes direitinho...

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Esse post me lembra os do Latinha, hehehe. Abraço, querido! ;)

Conrado, Guimarães e Márcio: vocês acham que eu seria mesmo capaz de deixar de ser amigo de vocês só pela questão do namoro? Não poderia deixar de me corresponder com pessoas tão especiais, que me fazem tão bem e que já me deram em troca demonstrações de carinho e amizade. Iremos nos ver em breve, vocês sabem... É como você falou, Gui, dá para conciliar as duas coisas. Adoro vocês! Se depender de mim, seremos amigos de longa data. Por que não para sempre? Hehehe.

Ao Dedé: foi tão legal passar meu primeiro dia dos namorados com você... Você é tão fofo (em vários sentidos, hehehe). Agradeço por entender a minha questão de tempo e por estar comigo. Vou repetir as suas palavras: “Você é lindo por dentro e por fora”. ;)

“Você chegou, e iluminou o meu olhar / Teus olhos nus, raios de luz no azul do mar / Meu coração, que sempre quis acreditar / Bateu feliz, foi só você chegar” – linda na interpretação da Simone.

=) =) =) Boa semana a todos! =) =) =)

domingo, 8 de junho de 2008

Um novo tempo...

Um último textinho de decepção, porque definitivamente, é uma nova fase que se inicia...

“Eu o vi de longe saindo do carro. Quis chamá-lo, abraçá-lo, ver como estava, mas no fundo, sabia que ele não desejava o mesmo. Tinha feito questão de se manter longe e evitava todo e qualquer contato. Observei-o mais algum tempo. Repeti as suas últimas palavras mentalmente, desejando o que havia me desejado da última vez: ‘Fica com Deus... fica com Deus".
28/05/2008 – 15h01

Um novo tempo...

“É algo que vem para todo mundo, mas às vezes por estarmos sozinhos há muito tempo, parece que não vai acontecer. E aí, quando você menos espera, acontece. Serve como uma lufada de ar fresco para alguém que estava preso há muito tempo, renovando esperanças, derrubando tabus, deixando aflorar só ternura, deixando-se ouvir apenas o coração. Se é eterno, não sei, se é minha alma gêmea, não sei também, só o tempo dirá. O que importa é o presente, no qual nos fazemos bem, no sentimos bem. E é tão legal estar com você, rir de qualquer coisa, conversar ao pé do ouvido... Sentir seu rostão (hehehe), suas mãos grandes e ásperas, sua boca, te abraçar forte e ter dificuldade de ir embora. ‘Quando você sorri, o seu rosto inteiro se ilumina’ – foi lindo ouvir, ainda mais numa noite tão linda. É muito bom, é realmente muito bom ter você em minha vida”


"My love has told me that he needs me. That's why I take good care of myself, watch out where I'm going and fear that any drop of rain might kill me"
Brecht
O meu muito obrigado a todos que lêem, comentam aqui ou comigo no msn.
Boa semana a todos!!! =) =) =) =)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

=) So kiss me... =)

O beijo

“Uma leve hesitação no ar
Uma certa insegurança
Aquele momento seria uma linha divisória
De mãos dadas, caminhamos
Frente a frente, nos encaramos
Um homem de atitude
Talvez por mim, ficaríamos no 0 X 0
Beijo...
Beijo...
Beijos...
Pronto! Não arrancou nenhum pedaço
Quase...
Dali então, deixei meu coração ser só ternura
Aproveitei para segurar seu rosto
Apertar suas mãos, acariciar seu cabelo, sentir o perfume
O roçar leve da pele com pele
Uma barba que poderia deixar vestígios em meu rosto
Tô nem aí... pensei depois
Foi tudo tão bom
Só nós dois
O céu, a lua e as estrelas por testemunhas
Um momento só nosso
E um outro eu a partir dali”

Música-tema: Kiss me, na versão da Danni Carlos que gosto muito
Não podia ser outra música, hehehe. =)

"Oh, kiss me beneath the milky twilight/ Lead me out on the moonlit floor / Lift up your open hand / Strike up the band and make the fireflies dance / Silver moon's sparkling / So kiss me"

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Dia do Geógrafo

Quando eu brinco dizendo que a Geografia está em todas, meus amigos caem na risada, achando que estou apenas puxando brasa para a minha sardinha. Mas a Geo está em todas mesmo, até na poesia...

“Todo estado de alma é uma paisagem. Isto é, todo estado de alma é não só representável por uma paisagem, mas verdadeiramente uma paisagem.
Há em nós um espaço interior onde a matéria da nossa vida física se agita. Assim uma tristeza é um lago morto dentro de nós, uma alegria um dia de sol no nosso espírito.
E mesmo que não se queira admitir que todo estado de alma é uma paisagem pode ao menos admitir-se que todo estado de alma se pode representar por uma paisagem”.
Fernando Pessoa

E mais...

“Não precisamos freqüentar a escola para comungar com a Geografia. Nós a percebemos e a aprendemos por força do nosso próprio cotidiano”.
Ruy Moreira

Viu??? É só olhar em volta... Tudo é Geografia...

=) =) =) =) =) =) =) =) =) =)

domingo, 18 de maio de 2008

Veia literária

“Por maior que fosse a incerteza, Regina percebeu que não poderia deixar que Luís passasse em branco em sua vida. Ela tinha medo... medo de se aventurar, medo de se perder naquele romance, medo de perceber no futuro que o amor era maior que ela mesma e que se ele a deixasse, certamente ela não sobreviveria.

Era ansiedade? Ter medo de um futuro que ainda nem acontecera?

Se houvesse uma seqüência lógica na história de sua família, ela sofreria por amor, parecia haver uma espécie de “sina” a qual ela estaria destinada. Aconteceria com ela também, da mesma forma que sofreram sua avó e sua mãe, ambas com histórias de amores complicados, para não dizer impossíveis e que haviam deixado marcas profundas em suas vidas.

Por maior que fosse o medo, ela não poderia deixar que Luís passasse em branco. Se fosse para se arrepender de algo, seria por algo que ela teria tentado. Tomou coragem, foi a casa dele e tocou a campainha. Não importava se ele tinha namorada, ficante, amante ou qualquer outra denominação de companheira em sua vida: ela estava decidida.

Luís mesmo abriu a porta. “Oi” – disse ele, num meio sorriso. Sem pensar duas vezes, ela não falou palavra. Olhou-o fixamente, passou as mãos suavemente em seu rosto e o beijou devotamente, julgando ser aquele um momento único em sua existência, um momento no qual a comunhão não era apenas física, mas de almas. Ela poderia estar enganada, mas sentia que ele também retribuía o beijo e com o mesmo ardor. Mais tarde, ela saberia que não estava enganada... ele também a amava”.

Trecho do meu romance... A minha avó me pediu para escrever um, a idéia nunca mais me saiu da cabeça... Sai ou não sai??? Acho que é uma questão de tempo mesmo...

(...) havia decidido me curar para sempre do vício de me apaixonar, que no final das contas só me trouxera complicações. Ainda bem que não consegui isso completamente, a inclinação permaneceu latente, como uma semente asfixiada sob dois metros de gelo polar, que brota com teimosia à primeira brisa morna”.
Trecho do livro: Paula, de Isabel Allende.
Lendo aos poucos para não acabar logo...

E por fim, há dois anos atrás, estava num sebo de livros em Brasília. Passeando na seção de romances, folheei vários e me perguntei porque a escritora Zélia Gattai estava na Academia Brasileira de Letras. Não deveria ser por acaso. Comprei um de seus romances mais famosos “Anarquistas graças a Deus”, que já teve até adaptação para a TV e li em 3 dias, compulsivamente. Uma escrita ágil e agradável, um texto poético, saboroso, onde cada trecho era pura memória. Li uma crítica que dizia que o grande trunfo de “Anarquistas” era contar a história da própria autora. Nada ali escapava da experiência do vivido. Minha conclusão: a cadeira de Zélia Gattai na ABL era mais que merecida. Agora ela vai reencontrar o Jorge...

Boa semana a todos! =)

Música tema:

Where is your heart? / Cause I don't really feel you / Where is your heart? / What I really want is to believe you / Is it so hard to give me what I need / I want your heart to bleed / And that's all I'm asking for / Where is your heart?

Where is your heart – de Kelly Clarkson =,(

domingo, 11 de maio de 2008

Todos os filhos são presentes...

“Ao acordar, vou agradecer minha mãe por tudo...
Vou dizer que a amo, ainda que eu saiba que ela não consiga dizer o mesmo...
Vou entregar o presente ouvindo: ‘não precisava se incomodar, dias das mães é todo dia, mas obrigada, filho’
Procurarei entender também o lado dela
Os pais se preocupam muito com os filhos
Uma forma de demonstrar seu amor e afeto
e às vezes tentando acertar, erram
Ninguém nasce sabendo ser pai e mãe, não há cursos que ensinem tal ofício
mas vou agradecer pelo apoio e carinho
Pelo amor incondicional, que não se revela em beijos e abraços
mas num apoio sincero
Do fundo do coração, vou agradecer por ela estar aqui
Por ela ser quem é e por fazer o que faz
Por dividir suas histórias, por ajudar na construção de valores
Por ter paciência ou por perder a paciência nos momentos necessários
Por tentar agradar na cozinha mesmo sem vontade de cozinhar
Por possuir um coração tão belo e grande, por sua capacidade incrível de amar
Por ser mãe, por ser a minha mãe”

Ouvi umas palavras no trabalho que também me comoveram bastante... Dizia mais ou menos o seguinte:

“Mãe, que você saiba perceber que todo filho é um presente. Alguns são surpresas que você vai descobrindo com o tempo. Outros são lindos, vêm com papel acetinado e laço de fita, bonitos tanto em forma quanto em conteúdo. E há também os que são difíceis de abrir, de tão cheios de papel e fita durex, mas todos são presentes”

Se nem sempre a gente se entende, continuamos seguindo lado a lado.
É como se tivéssemos que aprender ainda alguma coisa juntos, não parece que estamos próximos ao acaso.
Tanto a falar ainda...
Provavelmente a minha mãe lerá essas palavras num futuro próximo de alguma forma. Outras serão ofertadas com amor para ela.

Feliz dia a todas as mães!!! À dona Maria, especialmente... =)

domingo, 4 de maio de 2008

A tênue lembrança

Escrever para exorcizar...

Eu pensava nele todos os dias. Mentalizava-o, materializava-o perto de mim. Esperava que pensamentos tão freqüentes nos colocassem frente a frente mais uma vez. Acreditava na força do pensamento. Depois eu mesmo ria de tais idéias... se quisesse vê-lo ou falar com ele era só ligar, eu sabia onde e como encontrá-lo. Mas eu havia feito uma promessa: eu não iria mais vê-lo, não queria ou pretendia pelo menos, pois a distância e a ausência fariam com que eu o esquecesse de vez e para sempre. Só as lágrimas clandestinas me assombravam em algumas noites...

Até que um dia, tive que ir ao banco. Estava tão ocupado, tão absorto em meus pensamentos, em mim mesmo, que saí de lá distraído, sem perceber ou notar ninguém...

Fui puxado pelo braço. Era ele... eu consegui sorrir e nos abraçamos. Seguiram-se as perguntas básicas: como você está, o que anda fazendo... Falamos de amigos em comum, de sonhos, de conquistas... conversamos por alguns minutos, trocamos e-mails e eu fui embora. Peguei o caminho mais longo para casa. Andar me ajudava a organizar os pensamentos.

Eu planejava tanto encontrá-lo (mesmo achando que não...) e fui vê-lo logo no dia em que eu menos esperava, no dia em que eu estava desarrumado (não faria diferença para ele, né?), distraído e cansado... no dia em que eu nem o cogitara em minha vida e que pensava já tê-lo superado, ele aparecia, como fagulha a acender labareda.

Quando eu menos esperava, lá estava ele a me fazer desmoronar outra vez, eu que em minha frágil tranqüilidade construíra alicerces fracos em terrenos instáveis, que desistira de esperar porque ignorava ainda amá-lo. Só quando aceitei o inevitável é que consegui esquecê-lo. Ou melhor, não o esqueci totalmente, mas aprendi a conviver com a lembrança, hoje cada vez mais tênue...
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Pode não parecer, mas estou bem...
=) Boa semana!!! Fé em Deus e na vida sempre... =)